Banco Mundial disponibiliza R$3 bi para programas ambientais e combate à pobreza no Brasil
O empréstimo tem um carência de cinco anos de meio e prazo de 30 anos sendo a primeira operação dentro de um programa de desenvolvimento sustentável e meio ambiente do Bird. Este é a maior operção de crédito já repassado pelo banco para o país.
A operação, chamada de Empréstimo Programático de Políticas de Desenvolvimento em Gestão Ambiental Sustentável, será desembolsadas em duas parcelas, até o final de 2010 e tem como objetivos apoiar o governo brasileiro a melhorar a eficácia e eficiência das políticas e diretrizes de o sistema de gestão ambiental e integrar os princípios ambientais do desenvolvimento sustentável na agenda do desenvolvimento de setores-chave.
Os primeiros US$ 800 milhões serão desembolsados imediatamente, e o valor restante será liberado conforme o cumprimento das metas estabelecidas pelo programa, segundo a imprensa brasileira.
Na prática, o empréstimo “apóia o governo a promover a gestão das terras agrícolas, florestas e recursos hídricos, redução do desmatamento na Amazônia, redução da degradação ambiental das terras, água, bem como a promoção de energias renováveis”, segundo informou o Banco Mundial.
Ampla vai deixar delegacias do Rio de Janeiro mais eficientes energeticamente
Até o final de abril, a Ampla espera concluir obras parecidas em cinco delegacias.
O projeto, inclui troca da fiação interna, substituição de 150 lâmpadas incandescentes por fluorescentes, instalação de 10 ventiladores de teto e 16 aparelhos de ar-condicionado eficientes energeticamente e doação de duas geladeiras com o selo Procel.
A medida deve proporcionar redução de 15% nas faturas de energia elétrica da instituição e uma economia anual de 160 MWh, o equivalente ao consumo anual de 90 famílias compostas por quatro pessoas.
O 12º BPM é a primeira instituição a ser beneficiada este ano pela empresa com o projeto de eficiência energética. Na próxima semana, a Ampla começará a reformar a 72ª Delegacia Policial, no município de São Gonçalo, também no Rio.
As delegacias incluídas no programas estão localizadas nos municípios fluminenses de São Gonçalo, Alcântara, Magé, Cabo Frio, Cantagalo e Angra dos Reis.
Inovações na reciclagem de lâmpadas e eficiência energética são premiados pela Siemens
Na categoria Ciência Tecnologia, modalidade Energia, o prêmio principal foi para o trabalho “Redução do atrito em dispositivos eletromecânicos: melhoria da eficiência no uso e geração da energia elétrica”, de Ane Cheila Rovani, Carlos Alejandro Figueira e Felipe Cemin, do Centro de Ciência Exatas e Tecnologia da Universidade de Caxias do Sul (RS).
O projeto propõe aumentar a eficiência de consumo energético em diversos dispositivos eletromecânicos, para melhorar o consumo de energia de aparelhos elétricos.
O primeiro lugar na modalidade Indústria foi para o projeto de Thais de Oliveira, mestranda em Tecnologia Nuclear do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), intitulado “Recuperação e reciclagem dos ácidos nítrico e sulfúrico e do molibdênio do rejeito líquido das indústrias de lâmpadas”. Segundo a pesquisadora, todos esses elementos, depois de recuperados, apresentam condições satisfatórias de reutilização e até de novas aplicações.
Os primeiros colocados na categoria Estudante – Novas Idéias, em suas três modalidades, Indústria, Energia e Saúde, receberam R$ 10 mi. Na categoria Ciência Tecnologia, os primeiros colocados receberam R$ 15 mil e certificado. Ao todo, foram 253 projetos inscritos.
Além destes, na categoria Estudante – Novas Idéias, modalidade Energia, o vencedor foi o trabalho “Nanotubos de carbono: Reduzindo as perdas em sistemas de transmissão de energia”, de Eric Costa, estudante de engenharia elétrica do Centro Universitário da Fundação Educacional Inaciana (FEI). O estudo foi desenvolvido por meio de um cabo elétrico formado por nanocamadas de carbono depositadas sobre fios de alumínio, reduzindo perdas na condução energética.
Os prêmios em outras áreas foram:
A “Sistema de monitoramento remoto de desmatamento em tempo real”, do estudante de engenharia elétrica Rafael Guedes Abreu, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). O sistema desenvolvido possibilita o monitoramento de matas em tempo real e o envio, via satélite, das informações obtidas para um servidor central.
Na modalidade Saúde, ainda na categoria Estudante – Novas Idéias, o primeiro lugar ficou para “Idéia e desenvolvimento de um dosímetro indicador de acúmulo de radiação à base de semicondutores orgânicos para uso em fototerapia neonatal”, da estudante de física Cláudia Karina Barbosa de Vasconcelos, da Universidade Federal de Ouro Preto (MG). Ela desenvolveu um dosímetro que pode reduzir a quantidade de exames de sangue realizados em recém-nascidos, diminuindo o lixo hospitalar gerado por esse procedimento.
BNDES cria diretoria de meio ambiente visando fortalecer combate às mudanças climáticas
Segundo a assessoria, o diretor da área será Eduardo RathFingerl, que vai acumular o novo cargo com o de diretor da área de Mercado de Capitais. O superintendente da nova área será Sérgio Weguelin, funcionário de carreira do banco.
A área será responsável pela gestão do Fundo da Amazônia, administrado pelo banco, e que já conta este ano com US$ 150 milhões doados pela Noruega, que se comprometeu a doar um total de US$ 1 bilhão até 2015.
A criação da área busca fortalecer a consciência ambiental nas empresas e trabalhar junto com o governo federal para combater as mudanças climáticas e o desmatamento.
Eficiência energética é chave para combater mudanças climáticas
“Para os países desenvolvidos, a coisa mais fácil e prática a se conquistar é a eficiência energética”, defendeu o físico José Goldemberg.
Segundo ele, cada país deve buscar o potencial de desenvolvimento energético mais adequado às suas condições naturais e técnicas para o uso de fontes renováveis.
Segundo Richard Pike, presidente da Royal Society of Chemistry, o Reino Unido perde 30% da energia gerada na transmissão e 42% nas residências mal-insuladas. Segundo ele, a falta de consciência é alta, pois se as janelas fossem fechadas, grande parte do problema poderia ser resolvido.
No entanto, para Pike, o caminho para a sociedade britânica atingir a meta de reduzir em 80% as emissões de CO2 até 2040, é apostar na energia solar por meio do uso alastrado de células fotovoltaicas, já que o país não tem capacidade para produzir biocombustível suficiente.
Segundo Pike, o país teria que usar 20% de sua terra com algum produto que possa ser convertido em etanol.
Esta foi o deixa para Goldemberg criticar a europa sobre as políticas protecionistas de subsídios agrícolas entre os visitantes britãnicos.
“Não precisa usar 20% de sua terra para desenvolver o etanol. Vocês podem importar do Brasil “, disse o cientista.
Para Goldenberg, os caminhos para redução de emissões na geração de energia, além dos biocombustíveis, são a energia eólica, nuclear e a queima de biomassa.
Já Pike ressaltou que novas tecnologias de sequestro de carbono, algumas sendo desenvolvidas por empresas petrolíferas, principalmente do oriente médio, e que incluem também reflorestamento, são uma boa opção, pois o petróleo ainda vai levar centenas de anos para se esgotar.
“A Arábia Saudita pode continuar a usar o petróleo, mas pode fazer sequestro de carbono”, disse. “Não queremos deixar de usar a energia do petróleo, mas os países precisam de diferentes formas para diminuir os impactos ambientais destas energias”.
Além das diferenças de estratégicas entre paíes, o climatologista e pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Carlos Nobre, ressaltou a importância das metas de redução do Brasil e do Reino Unido e a necessária urgência para implementar os programas.
“Reduzir não é mais a questão, mas sim, quando começar a reduzir, pois o retardo da mitigação é custoso e perigoso”, afirmou Nobre, que também é coordenador executivo do Programa Fapesp de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG).
Segundo ele, para atingir as metas, os dois países precisarão investir no desenvolvimento de tecnologias que emitam menos CO2 e disponibilizar as novas tecnologias para as sociedades de ambos os países.
BNDES aprova R$1,2 mi para eficiência energética na Academia Brasileira de Letras
Serão substituídos dois equipamentos de refrigeração por outros mais modernos, com 600 TR (toneladas de refrigeração – unidades de medida) de capacidade.
O BNDES participa com 75% dos recursos totais previstos para o projeto e a empresa será responsável pela instalação do sistema no edifício.
Barack Obama pede a finalização do plano de eficiência de eletrodomésticos
“Vamos salvar através destas etapas simples, ao longo dos próximos trinta anos, a quantidade de energia produzida durante dois anos por todas as usinas de carvão despedido na América”, disse Obama em visita ao Departamento de Energia (DOE).
A Política de Energia e Conservação de 1975 fixou prazos para que o Departamento de Energias definisse as normas de eficiência energética para determinados produtos elétricos residenciais e comerciais, porém, até 2005, o departamento ainda não tinha cumprido as determinações da EPCA.
Em 2006 o EPCA definiu 22 categorias de produtos que deveriam ter seu consumo energético definidos pelo DOE. Até hoje, 15 categorias ainda não foram normatizadas. O novo prazo da última categoria foi fixado em 30 de junho de 2011.
O presidente pediu que o DOE concentre seus esforços nos cinco eletrodomésticos que têm prazos mais próximos, fixados em 08 de agosto. Depois os equipamentos que resultarão em grandes economias energéticas devem ter suas normatizações priorizadas.
Além destas 22 categorias, a Lei de Segurança e Independência Energética de 2007 (EISA) pediu que o DOE estabelecesse padrões de energia para outras categorias de produtos.
Celesc entrega geladeiras eficientes para moradores de Blumenau
Os recursos do convênio, orçado em R$405 mil, são provenientes do Programa Celesc de Eficiência Energética (ProCeleficiência), segundo a empresa.
Os refrigeradores destinados ao convênio são equipamentos com selo Procel de economia de energia e apresentam o menor consumo entre os aparelhos disponíveis no mercado, podendo reduzir pela metade o consumo de energia elétrica.
Em 2008, a Celesc investiu R$ 9 milhões no proCeleficiência, distribuídos em 34 projetos.
Os projetos contemplaram a instalação de motores de alto rendimento em indústrias e hospitais públicos, de sistema de aquecimento solar para água em entidades beneficentes e poderes públicos estaduais, substituição de sistemas de iluminação e de refrigeração em hospitais públicos e poderes públicos estaduais, além das ações educacionais sobre o uso racional e seguro da energia elétrica em escolas públicas e comunidades de baixo poder aquisitivo.
Banco Real recebe quatro novas certificações ISO 14001
Foram certificadas a agência de Fernando de Noronha, em Pernambuco, e três prédios administrativos, Álvares Penteado e Boa Vista, na capital paulista, e Savassi, em Belo Horizonte (MG).
A norma ISO 14001 é reconhecida mundialmente e estabelece uma série de processos a serem adotados pelas organizações, visando evitar ou minimizar impactos ao meio ambiente.
A certificação envolve as áreas de manutenção predial (civil, elétrica, mecânica e geral), limpeza, controle de pragas, jardinagem, alimentação, ambulatório médico, segurança predial e gestão de resíduos.
“Ganha a sociedade como um todo, pois com este tipo de certificação há a garantia que a organização identifica e controla seus impactos no meio ambiente, bem como está engajada em diminuir seus consumos de recursos naturais”, afirmou em nota Alexsandro Paschoal, responsável pelo Sistema de Gestão Ambiental e pelas certificações do Banco Real.
Também foram re-certificados os prédios do edifício sede, na Avenida Paulista, da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio e da Rua XV de Novembro, todos localizados em São Paulo e certificados pela primeira vez em 2006 e 2007, respectivamente.
Geradora de eletricidade troca computadores para reduzir consumo de energia
O programa começou com a compra de um servidor, desenvolvido com a tecnologia blade, para que ocupe menos espaço e consuma menos energia. A tecnologia adotada nestes equipamentos também geram menos calor e, portanto, reduzem a necessidade de refrigeração no datacenter da empresa.
De acordo com Moacir Washington, do Departamento de Infra-estrutura Computacional e Redes (DIR), estima-se que, com a troca de cerca de 100 servidores comuns por servidores blade, a empresa obtenha um ganho de 80% em espaço físico, e que o número de servidores seja reduzido pelo menos pela metade.
Segundo uma pesquisa anual realizada pela revista eletrônica de informática Computerworld norte-americano, em 2008, a redução de custos de energia é hoje a principal razão para a adoção da TI Verde nas empresas.
O investimento também evitará que os servidores sejam trocados com maior frequência, pois a tecnologia adotada permitirá uma vida útil mais longa do equipamento, ajudando a reduzir a geração de lixo eletrônico.
Os novos servidores serão fornecidos pela empresa Lanlink Informática Ltda, com solução baseada em hardware IBM.
