Pesquisadores discutem biopolímeros com empresas na Fapesp (comentário)
É claro que não é tão simples assim, mas pegue umas bactérias específicas, um pouco de bagaço de cana (amplamente disponível Brasil afora) e misture até fermentar. Disto sairá um polímero conhecido como PHA (polihidroxialcanoato) com propriedades parecidas com o plástico que pode ser usado em embalagens, mas que é biodegradável.
Durante dois dias, pesquisadores e representantes do mercado, entre eles a Braskem, a Oxiteno e algumas empresas estrangeiras, estão se reunindo para discutir as possibilidade ampliar a produção do biopolímero, segundo a assessoria de imprensa da Fapesp.
“De acordo com a organizadora do evento, Luiziana Ferreira da Silva, professora do ICB-USP, o Brasil acumula 20 anos de pesquisas sobre o PHA, com bons resultados e uma série de patentes. Uma tecnologia desenvolvida pelo ICB-USP, pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e pela antiga Cooperativa dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Copersucar) já foi transferida para uma empresa em São Paulo”. (leia matéria na íntegra aqui)
O interesse dos grandes é importante, pois mostra que querem conhecer uma nova rota para substituir o plástico vindo do petróleo e pode também fomentar tecnologias verdadeiramente nacionais nascidas nos nossos laboratórios.
Em matéria escrita esta semana sobre o assunto, podemos ver que os caminhos ainda estão bem abertos para substituir produtos de petróleo.
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Referência (ABNT):
Spatuzza A. Pesquisadores discutem biopolímeros com empresas na Fapesp (comentário), 26 jul. 2012. Disponível em: <http://revistasustentabilidade.com.br/pesquisadores-discutem-biopolimeros-com-empresas-na-fapesp-comentario/>. Acesso em: 19 mai. 2013.



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